quinta-feira, 8 de maio de 2014

CURSO DE MASSAGEM TANTRICA + LINGAM + YONI

Massagem Tântrica Tradicional Indiana + Shiva Lingam Massage (para mulheres) + Shakti Yoni Massage (para homens)

voce estudará e praticará dois métodos ( mais uma variação de um dos métodos) de Massagem Tântrica maravilhosos, podendo praticar no (a) parceiro(a) ou mesmo trabalhar com as massagens. Posso afirmar que vale muito a pena o investimento que voce faz em si mesmo.
Datas: 07 e 08 de junho (sábado e domingo)
Horário: 10 às 18 hs
Local: Mogi das Cruzes (grande SP)
Material didático + Cds com músicas para as práticas + certificado
Informações e inscriçôes: 11 3427-3659/ templodaluaterapias@gmail.com

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Tantra é União


Tantra é União
A União de seres que vivem em Gratidão
Tantra é sentir
Tantra é pulsar, é se entregar
Tantra é a sabedoria Universal
E o beijo do Casal
Tantra é Alegria
É o canto dos Pássaros
É o sol do meio dia
Tantra é o corpo em movimento
É o beijo mais sincero
É a brisa e o Vento
Tantra é a existência do Sagrado
É a vida sem julgamento
É a paixão dos namorados
Tantra é a água cristalina
É o corpo desnudo
É o amor mais profundo
Tantra é a simplicidade de SER
É o momento perfeito
Onde deixo de SER Eu, para me Unir a Voce
Tantra é o Carinho, a Beleza a delicadeza
Tantra é a Doçura, a alegria e a pureza
Tantra é a Magia Natural
Que torna um monte de gente
Em um único SER imortal.
- Anand Ram -

Ninguém semeia jaca, se plantou flor.

Ninguém semeia o que não plantou!!!
Estou aqui pensando...
Dualmente falando "se dermos valor e poder ao mal, mal é o que obteremos. Se plantamos a discórdia, não há bola de luz azul que nos vai livrar do resultado das nossas ações: a própria discórdia."
Mas se damos poder ao bem e usamos o amor como veículo da nossa vida, será inevitável a colheita do amor, ainda que demore um pouco, porque não somos os donos do mundo e nem temos o poder do tempo, mas o amor será nossa colheita e o amor dá muitos frutos.
O mal se espalha quando o potencializamos. Sim, mas o mais prejudicado é quem o emana, é quem apaga a luz da consciência. Então, a dor e o sofrimento vos perseguem. Vejo seres que perpetuam o mal sofrendo muito e se perguntando “o que eu fiz para passar por isso?”- e buscando maneiras de se proteger do próprio mal que fizeram a outras pessoas- outros seres humanos, por pura inconsciência, egoísmo e ganância. De uma certa forma, elas pedem porque sabem o que fizeram , sabem que haverá retorno e se sentem culpadas, mas não há arrependimento. Tenho pensado no que Jesus chamou de arrependimento e que foi mal compreendido pela Igreja se tornando “culpa”. O arrependimento, na minha humilde visão, é algo do SER. A culpa é a mente que atormenta. O arrependimento alivia. A culpa aprisiona.

Em essência somos todos “luz”, é o que diz o Budismo. Mas muitos de nós se esqueceram completamente dessa luz. Mas todos temos em nós uma chama, ainda que mínima. Uns tem uma “vela de sete dias” dentro de si. Outros são do tamanho da vela. Há quem tem apenas uma pequenina chama, mas se pagarmos o mal com o mal, de certa forma, seremos responsáveis por apagar a chama destas pessoas que já estão inconscientes.
Por isso, a importância do amor. Não digo que seja fácil amar a um “estuprador”, por exemplo. Seria hipócrita se dissesse isso. Mas que quando entendemos que somos Um e portanto, responsáveis pelo Karma coletivo e que ao retiramos uma peça de um dominó, todo o jogo e seus jogadores serão prejudicados, passamos a aceitar melhor aquilo que não podemos mudar e a ser menos inertes com as coisas que exigem de nós, coragem e fé para transformar. Há momentos de paciência, isso é certo. Mas com a paciência é preciso haver o discernimento.
Somos todos frutos da mesma fonte, ainda que não queiramos aceitar que um “marginal” seja tão “divino” quanto nós. Mas tanto os marginais quanto os marginalizados precisam de amor, sendo que os primeiros precisam muito mais. Precisam de muita compaixão.

A vida me faz pensar que não devo jogar uma pedra em quem a jogou em mim. Foi o que o mestre da maioria de voces (Jesus) falou: Dê a outra face!
É um desafio enorme isso. Mas “dar a outra face” começa por abrir-se para o perdão, porque o perdão beneficia antes de tudo, a nós mesmos. Na verdade, se formos mais profundamente nesta estória de perdão, veremos que não há ninguém para perdoar e ninguém para ser perdoado, mas aí já é outro capítulo...rsrsrsr
Por hora ficamos com a possibilidade de AMAR, SER COMPASSIVO E PERDOAR. Perdoar inclusive a nós mesmos pelos nossos deslizes, desde que aprendamos com eles e mudemos nossas atitudes. Esclarecendo que amar não significa estar grudado, isso é apego e perdoar não significa confiar, porque perdoar depende muito mais daquele que é "ofendido" do que do "ofensor", mas confiar depende de uma observação mais profunda do "ofensor"- significa termos a certeza de sua mudança e arrependimento. Há casos em que perdoamos mesmo sem o outro querer o nosso perdão, mesmo sem o outro ter se arrependido, e nestes casos, o perdão é muito mais uma libertação para nós, mas uma libertação que implica em cautela com aquela outra pessoa. Voce não vai abrir sua casa para alguém que te faz mal e não está nem aí por isso, mas voce pode entender que este alguém está tão inconsciente e se sente tão inferior a ti que precisa atingí-lo para conseguir minutos de sorriso e com isso, desamarrar os nós "astrais" que lhes prendem. (Chandra Veeresha)
Namasté!!!

Homem de pouca fé

Quem tiver na vibração de ler isso hoje, vai ler!!!
Conta a estória Cristã:
Pedro e os outros apóstolos estavam num barco, numa noite de muita chuva. O mar estava bravo. As ondas estavam altas.
Quando eles avistaram Jesus andando pelas águas.
Pedro ficou encantado e perguntou: É voce, Mestre? Se for mesmo voce, permita-me que eu possa andar até voce.
Então Jesus disse SIM e o chamou.
Pedro saiu do barco, admirado começou a caminhar sobre as águas. Quando de repente ele olhou deslumbrado; encantado para trás. Neste instante, começou a afundar..
E Jesus lhe disse: _ Homem de pouca fé.

COMENTÁRIO
Muitas são as interpretações, mas vamos por parte. Primeiro analisar como parábola ( independente se aconteceu ou não). Tentemos analisar a mensagem em si.
Enquanto Pedro confiava no "Divino", ele foi capaz de fazer coisas inimagináveis para o homem "comum", embora Pedro fosse um homem comum. Mas o poder da sua fé (acreditar) e devoção, o tornou por alguns instantes um homem extraordinário. Porém, no momento em que ele olhou para trás, deslumbrado, Pedro afundou. Por que ele afundou?
Na minha humilde compreensão, Pedro se deslumbrou com o "poder" e vibrou na energia da vaidade. Por poucos instantes em que a mente estava de lado, ele não tinha quaisquer dúvidas de que conseguiria fazer aquilo. No entanto, ao deixar o Ego entrar, ele perde a experiência e afunda.Quantas vezes precisamos afundar na nossa ignorância e soberba para compreendermos o quão pequeninos somos perante ao Universo???

A conclusão é que devemos ter muito cuidado ao nos deslumbrar com o poder (qualquer que seja ele); ao nos deslumbrar com a carreira, o trabalho, o dinheiro ou com poderes psíquicos e/ou mediúnicos. Tudo que nos é dado pode ser tirado de uma hora para a outra e queda pode ser enorme. Portanto, tentemos cultivar a humildade e a fé (confiança no Supremo), levando em conta que nada somos perante a este Universo explendoroso de energias que se complementam, atraem e repelem e de que nada sabemos. Conscientes de que quanto mais conhecemos, mais devemos nos atentar para vivenciar o conhecido. No mais, na nossa mente está a cura para muitas cicatrizes (e para qualquer coisa que imaginarmos) e existe um mundo de energias de luz nos aguardando dar conta disso para nos auxiliar a sair do "fundo do mar", no momento em que percebemos isso e abrimos nossos corações para a bênção.(Chandra Veeresha)

Gratidão!
Se quiser escrever a sua compreensão, fique a vontade. Lembre que este post tem o intuito de compartilhar e não, de guerrear.
Que a paz esteja presente em nós, mesmo nos momentos de guerra!!
Namasté!

quinta-feira, 10 de abril de 2014

HARI OM - o que é

Um termo muito utilizado no Tantra...
Aprenda mais sobre ele...

HARI é um dos nomes de Íshvara, e significa “aquele que remove os resultados de um mau karma” (adharma), mas nos textos Vishnu Sahasranama, as características de removedor de obstáculos simbolizadas pelo nome HARI são atribuídas a Vishnu.

No épico Mahabarata (Bhagavad-Gita), Krishna refere-se a si mesmo como HARI, removedor de qualquer pecado e objecto de adoração de todo e qualquer sacrifício divino. HARI é também entendido não como uma deidade mas como Brahma, a origem de tudo e de onde ressoa o próprio OM, e esta surge como a resposta à unicidade da ordem atribuída às palavras deste mantra.

HARI é Brahma Purusha, o espírito /ser / essência de Brahma, OM é Brahma Shabda, o corpo sonoro /frequência de Brahma. Desta forma, o OM é uma manifestação de HARI, daí ser entoado de seguida a este e não antes, como nos mantras às outras deidades, pois todas estas se manifestam por sua vez no OM. Resumindo, HARI é ao mesmo tempo OM e vice-versa, um e outro significam o mesmo, manifestam-se no presente-passado-futuro, a contemplação do mantra OM é atingir a forma do Absoluto, e a invocação e mentalização de HARI desfaz firmemente qualquer pecado, mau karma ou efeitos astrológicos negativos, reduzindo ao mesmo tempo a ignorância humana da sua natureza divina.

Qual a diferença entre Gostar e Amar?

Qual a diferença entre simpatizar-se e afeiçoar-se?
Qual a diferença entre gostar e amar?
Qual a diferença entre amor comum e amor espiritual?
Existe uma enorme diferença entre gostar e amar. Gostar não representa nenhum compromisso, amar é compromisso. Por isso as pessoas não falam muito sobre o amor. De facto, a pessoas começaram a falar de amor em contextos que dispensavam o compromisso. Por exemplo, alguém diz: "Amo gelado." Mas como é possível amar um gelado? Você pode gostar, mas não pode amar. Ou outra pessoa diz: "Amo o meu cão, amo o meu carro, amo isto e aquilo."

De facto, as pessoas têm muito, muito medo de dizer a alguém ''Amo-te''. Já ouvi dizer: Um homem namorava uma mulher já há alguns meses. E a mulher, obviamente, esperava, esperava - já faziam amor, mas o homem ainda não lhe tinha dito ''Amo-te''.

Veja a diferença - antigamente as pessoas costumavam "amar-se". Agora "fazem amor". Vê a diferença? Amar-se é estar esmagado pelo amor; é passivo. Fazer amor é quase profano; quase destrói a sua beleza. É activo, como se você estivesse a fazer algo; você está a manipular e a controlar. Hoje as pessoas modificaram a sua linguagem - em vez de usarem "amar-se" usam "fazer amor".

E o homem fazia amor com a mulher, mas nunca lhe dissera uma única vez "Amo-te". E a mulher esperava, esperava, esperava.

Um dia, ele telefonou-lhe e disse-lhe: "Estive a pensar e achei que devia dizer-te. Parece-me que agora chegou o momento. Tenho de te dizer: agora não me posso conter mais." E a mulher ficou arrebatada e manteve-se atenta - pois foi por isto que ela tanto esperara. E ela respondeu: "Diz! Diz!" E o homem disse: "Tenho de te dizer, agora já não posso mais conter-me: Gosto muito de ti."

As pessoas dizem umas às outras "Gosto de ti". Porque não dizem "Amo-te"? Porque o amor é compromisso, envolvimento, risco, responsabilidade. Gostar é momentâneo - eu posso gostar de si agora e posso não gostar amanhã; não apresenta qualquer risco. Quando diz a alguém ''Amo-te'', você assume um risco. Você está a dizer: "Amo-te, amar-te-ei sempre, amar-te-ei amanhã. Podes contar comigo, é uma promessa."

O amor é uma promessa, gostar não tem nada a ver com qualquer promessa. Quando diz a um homem "Gosto de ti" diz algo acerca de si, não acerca do homem. Você diz: "Eu sou assim, eu gosto de ti. Eu também gosto de gelado e gosto do meu carro. Do mesmo modo, gosto de ti." Você está a dizer algo acerca de si.

Quando diz a alguém "Eu amo-te" está a dizer algo acerca dela e não acerca de si. Você está a dizer "És encantadora'. A seta aponta para o outro. E então há perigo - você está a fazer uma promessa. O amor tem uma qualidade de promessa associada, compromisso e envolvimento. E o amor tem algo de eternidade em si. Gostar é momentâneo; gostar não apresenta riscos, nem responsabilidades.

Você pergunta-me: Qual a diferença entre simpatizar e afeiçoar-se, gostar e amar? Qual a diferença entre o amor comum e o amor espiritual?

Gostar e amar são diferentes, mas não existe diferença entre o amor comum e o amor espiritual. O amor é espiritual. Nunca encontrei amor comum: comum é gostar. O amor nunca é comum - não pode ser, é intrinsecamente extraordinário. Não é deste mundo.

Quando diz a uma mulher ou a um homem ''Amo-te'' está simplesmente a dizer "Eu não posso ser enganado pelo teu corpo, eu vi-te. O teu corpo pode envelhecer, mas eu vi o teu eu incorpóreo. Eu vi o teu âmago, o teu núcleo que é divino". Gostar é superficial. O amor penetra e alcança o verdadeiro núcleo da pessoa, toca a verdadeira alma do indivíduo.

Nenhum amor é comum. O amor não pode ser comum, de outro modo não é amor. Designar o amor como comum é não entender todo o fenómeno de amar. Esta é a diferença entre gostar e amar: gostar é material, amar é espiritual.

Osho..

A (in) SANIDADE DO TANTRA

Tantra- Insanidade, nossa religião
“O Tantra em toda sua profundidade,
Vai de fato, no caminho oposto.
A muitas outras tradições
Não que estas estejam erradas
Mas no entendimento que é por meio do mundo
Que transcendemos o próprio mundano
Nós transitamos entre lá e cá
Entre o sagrado e o profano
Não que o profano exista de verdade
Nós compreendemos que não
Nós chegamos no topo
E ao chegar vemos que nunca fomos...
Nunca precisamos ir...
Todos os movimentos eram em vão
Mas como descobrir isso sem se movimentar?
Tudo tão contraditório
Vivências, rituais, meditações
Agora vejo que posso ser quem sou
Em qualquer momento
Agora vejo que a liberdade sempre fez parte de mim
A Paz sempre esteve presente
Mas meus pensamentos estavam em guerra
O mundo está em guerra
E na loucura do mundo, não me envolvo
O que não me impede de sentir a dor
Principalmente a dor do outro
Isso não muda
Não nos tornamos individualistas
Mas percebemos através da individualidade de cada um
O Todo
Ali reunido
Maluquice ou não
Este é o caminho das contrariedades
E nossa possível insanidade
Torna-se sã
Torna-se libertação
Nossa possível insanidade
È a nossa religião.”

(Chandra Veeresha)